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2.
J. bras. psiquiatr ; 71(1): 40-49, jan.-mar. 2022. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1365061

ABSTRACT

OBJETIVO: Determinar a prevalência e os fatores associados aos sintomas de ansiedade e depressão e ao apego materno-fetal em gestantes com diagnóstico de malformações congênitas. MÉTODOS: Estudo prospectivo de corte transversal realizado durante o período de dezembro/2019 a março/2020. Foram incluídas 77 gestantes com diagnóstico de malformação fetal atendidas no Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP) e excluídas aquelas < 18 anos e as que sabiam o diagnóstico da malformação há menos de três semanas. Aplicou-se um questionário com variáveis sociodemográficas e clínicas, além da Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão e da Escala de Apego Materno-Fetal. Para análise estatística, foi aplicado o modelo de regressão logística multivariado com nível de significância de 5%. RESULTADOS: Entre as gestantes, 46,8% possuíam sintomas ansiosos e 39%, depressivos, sendo o apego materno-fetal médio em 54,5% e alto em 45,5%. Antecedentes de ansiedade e depressão e não possuir religião foram associados a maior risco de sintomas de ansiedade e depressão, e saber da malformação há ≥ 10 semanas associou-se apenas ao risco de ansiedade e ter gestação múltipla associou-se apenas ao risco de depressão. O apego materno-fetal não foi associado a ansiedade ou depressão. CONCLUSÃO: Observou-se alta prevalência de sintomas ansiosos e depressivos em gestantes com fetos malformados, além da presença de apego materno-fetal médio/alto em todas pacientes, porém sem associação com os transtornos psiquiátricos estudados. Diante disso, urge a necessidade da criação de novas linhas de cuidado voltadas à saúde mental dessas mulheres.


OBJECTIVE: To determine the prevalence and factors associated with anxiety and depression symptoms and maternal-fetal attachment in pregnant women diagnosed with congenital malformations. METHODS: Prospective cross-sectional study conducted from December/2019 to March/2020. Seventy-seven managers with a diagnosis of fetal malformation attended at the Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP) and those under 18 years of age who did not know the diagnosis of malformation in less than 3 weeks were excluded. Applicable to a questionnaire with clinical and sociodemographic variables, in addition to the Hospital Anxiety and Depression Scale and Maternal- -Fetal Attachment Scale. For statistical analysis, the multivariate logistic regression model was applied with a 5% significance level. RESULTS: Among pregnant women, 46.8% had anxiety symptoms and 39% depressive symptoms, with average maternal-fetal attachment at 54.5% and high at 45.5%. History of anxiety and depression and cannot use religion have been associated with an increased risk of anxiety and depression, whereas malformation saber for ≥ 10 weeks, associated only with risk of anxiety and multiple pregnancy only in depression. Maternal-fetal attachment was not associated with anxiety or depression. CONCLUSION: If there is a high prevalence of anxious and depressive symptoms in pregnant women with malformed fetuses, in addition to the presence of medium maternal-fetal/high attachment in all patients, with no association with the studied psychiatric disorders. Therefore, request the creation of new lines of care aimed at the mental health of these women.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Young Adult , Anxiety/epidemiology , Congenital Abnormalities/diagnosis , Maternal-Fetal Relations/psychology , Depression/epidemiology , Object Attachment , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Prospective Studies , Surveys and Questionnaires , Psychological Distress
3.
Rev. bras. educ. méd ; 46(3): e109, 2022. tab
Article in Portuguese | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1407368

ABSTRACT

Resumo: Introdução: Os processos formativos na educação médica possuem fatores estressores e possíveis desencadeadores de transtornos mentais. Objetivo: Este estudo teve como objetivo determinar a prevalência e os fatores associados aos sinais e sintomas de ansiedade e depressão nos estudantes de Medicina durante o distanciamento social devido à pandemia pela Covid-19. Método: Realizou-se um estudo de corte transversal entre maio a junho de 2020, com estudantes de Medicina das instituições de ensino superior do estado de Pernambuco, no Brasil. Elaborou-se um questionário on-line por meio do Google Forms contendo características sociodemográficas e clínicas, e a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (EHAD). Para análise estatística, realizou-se análise multivariada, e calcularam-se a razão de risco (RR) e o intervalo de confiança de 95% (IC95%), considerando o coeficiente de significância p < 0,05. Resultado: As variáveis associadas ao maior risco de sinais e sintomas de ansiedade foram sexo feminino, diminuir/aumentar o hábito de fumar, aumentar/não alterar o consumo de medicamentos, diminuir/não praticar lazer, não preparação da universidade para o ensino a distância (EAD), ter EAD antes da pandemia e diminuição do rendimento escolar comparado aos períodos anteriores. Quanto à depressão, observaram-se os seguintes fatores: maior risco para aumentar/não alterar o uso de medicamentos, diminuir a prática de lazer, universidade não ter se preparado para o EAD, diminuição do rendimento escolar e cor de pele parda. Conclusão: Identificaram-se diferentes fatores relacionados aos sinais e sintomas de ansiedade e depressão no período de distanciamento social causado pela pandemia da Covid-19.


Abstract: Introduction: Medical training involves stressors and possible triggers of mental disorders. Objective: Our study aims to determine the prevalence and factors associated with signs and symptoms of anxiety and depression in medical students during social distancing measures imposed due to the COVID-19 pandemic. Method: A cross-sectional study was conducted between May and June 2020 among medical students from higher education institutions in Pernambuco state, Brazil. An online questionnaire was created using Google Forms containing sociodemographic and clinical characteristics and the Hospital Anxiety and Depression Scale (EHAD). For statistical analysis, multivariate analysis was performed and the risk ratio (RR) and its 95% confidence interval (95%CI) were calculated, considering the significance coefficient (p) <0.05. Result: The variables associated with a higher risk of anxiety signs and symptoms were female gender, decreasing/increasing smoking habit, increasing/not changing drug consumption, decreasing/not practicing leisure, lack of preparation by the university for distance learning, distance learning in place before the pandemic and decline in academic performance compared to previous periods. As for depression, there was a greater risk of increasing/not changing the use of medications, decreasing leisure time, university not being prepared for distance learning, declining academic performance and brown skin colour. Conclusion: Different factors related to the signs and symptoms of anxiety and depression were identified in the period of social distancing resulting from the COVID-19 pandemic.

5.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 21(supl.1): 177-186, Feb. 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1155307

ABSTRACT

Abstract Objectives: to determine the frequency and factors associated with severe / extreme signs and symptoms of stress, anxiety and depression in diabetic patients during the COVID-19 pandemic. Methods: cross-sectional study conducted in April /May 2020, which included 162 individuals with diabetes mellitus and over 18 years old. An online questionnaire was applied on social networks, composed of biological, sociodemographic, clinical characteristics and the Stress, Anxiety and Depression Scale (DASS-21). For statistical analysis, a multivariate logistic regression model was applied with a 5% significance level. Results: frequency of 37.7%, 43.3% and 45.1% were found for some symptom of stress, anxiety and depression, respectively. The factors associated with sign and symptoms of severe / extreme psychic disorders were: not having religion (stress, anxiety and depression); be at graduation (stress and anxiety); history of anxiety and depression (anxiety and depression); not practicing or decreasing physical exercises and starting, increased or continue taking sleeping medications (stress); history of contact with a suspected case of COVID-19, absence or decreased leisure (anxiety); female gender, absence of a partner, decreased family income and work or study (depression). Conclusion: the frequency of psychological disorders was higher than described in the literature on diabetic patients, being associated with biological, sociodemographic, clinical factors and aspects related to COVID-19 during the pandemic


Resumo Objetivos: determinar a frequência e os fatores associados aos sinais e sintomas de estresse, ansiedade e depressão grave/extremos em pacientes diabéticos durante a pandemia pela COVID-19. Métodos: realizou-se estudo de corte transversal em abril/maio de 2020 que incluiu 162 indivíduos com diabetes mellitus e maiores de 18 anos. Aplicou-se um questionário online divulgado nas mídias sociais, sendo composto por características biológicas, sociodemográ-ficas, clínicas e a Escala de Estresse, Ansiedade e Depressão (DASS-21). Para análise estatística foi aplicado modelo de regressão logística multivariado com nível de significância de 5%. Resultados: encontrou-se frequência de 37,7%, 43,3% e 45,1% para qualquer sinal e sintoma de estresse, ansiedade e depressão, respectivamente. Os fatores associados a sinais e sintomas psíquicos graves/extremos foram: não ter religião (estresse, ansiedade e depressão); estar na graduação (estresse e ansiedade);antecedente de ansiedade e/ou depressão (ansiedade e depressão); não realizar ou ter diminuído exercícios físicos, iniciado, aumentado ou mantido medicações para dormir (estresse); história de contato com caso suspeito da COVID-19; ausência ou diminuição de lazer (ansiedade) e sexo feminino, ausência de companheiro, diminuição da renda familiar e do trabalho ou estudo (depressão). Conclusão: a frequência de transtornos psíquicos foi maior que a descrita na literatura em pacientes diabéticos, sendo associada a fatores biológicos, sociodemográficos, clínicos e aspectos relacionados à COVID-19 durante a pandemia.


Subject(s)
Humans , Diabetes Mellitus/psychology , Physical Distancing , COVID-19/epidemiology , Mental Disorders/epidemiology , Anxiety , Patients , Brazil/epidemiology , Comorbidity , Cross-Sectional Studies , Risk Factors , Depression , Psychological Distress , SARS-CoV-2
6.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 21(supl.1): 133-143, Feb. 2021. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1155313

ABSTRACT

Abstract Objectives: to determine the frequency of stress, anxiety, and depression symptoms in symptomatic patients for COVID-19. To evaluate the associated factors involved in these variants. Methods: between May/June of 2020, it was conducted a prospective cross-section study with symptomatic participants for COVID-19 (n=300). It was applied an online questionnaire and the DASS-21 to evaluate the mental health of participants. Results: it was observed that 28.6%, 29.7% and 27% of the participants showed severe/extreme levels symptoms of stress, anxiety, and depression, respectively. The testing for COVID-19 application had constituted a protective factor for the development of psychiatric morbidity, once it had shown significant association in the low frequencies of severe/extreme depression [Odds Ratio (OR)]= 0.26; p=0.002) and stress (OR=0.39; p=0.01). Conclusion: individuals that are symptomatic for COVID-19 are a vulnerable group that may present high symptomatology for depression, anxiety, and stress. The identification of psychiatric morbidity frequency and its associated factors may contribute for the development of mental health strategies aiming at the prevention and mitigation of psychological impact in COVID-19 symptomatic population during the pandemic.


Resumo Objetivos: determinar a frequência de sintomas de estresse, ansiedade e depressão em pacientes sintomáticos para COVID-19 e avaliar os fatores associados. Métodos: entre maio / junho de 2020, foi realizado um estudo transversal prospectivo com participantes sintomáticos para COVID-19 (n = 300). Foi aplicado um questionário online e o DASS-21 para avaliar a saúde mental dos participantes. Resultados: observou-se que 28,6%, 29,7% e 27% dos participantes apresentaram sintomas graves/extremos para estresse, ansiedade e depressão, respectivamente. A realização do teste para a COVID-19 constituiu-se como fator de proteção para o desenvolvimento de sintomatologia psíquica, uma vez que mostrou associação significativa nas baixas frequências de depressão grave/extrema [odds ratio (OR)]= 0,26; p=0,002) e de estresse (OR=0,39; p=0,01). Conclusão: os indivíduos sintomáticos para COVID-19 constituem um grupo vulnerável que podem apresentar elevada sintomatologia para depressão, ansiedade e estresse. A identificação da frequência de morbidade psiquiátrica e seus fatores associados podem contribuir para o desenvolvimento de estratégias de saúde mental visando a prevenção e mitigação do impacto psicológico na população sintomática de COVID-19 durante a pandemia.


Subject(s)
Humans , Anxiety/epidemiology , Stress, Psychological/epidemiology , Quarantine/psychology , Depression/epidemiology , COVID-19 Testing , Mental Health , Cross-Sectional Studies , Surveys and Questionnaires , Psychological Distress
7.
Mastology (Online) ; 31: 1-4, 2021.
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1343639

ABSTRACT

A 42-year-old woman, with no history of autoimmune diseases or risk factors for cancer, sought a private medical clinic for undergoing breast imaging tests, noticing the presence of a solid nodule with indistinct margins ­ BI-RADS 4 ­ in the left breast. An ultrasound-guided core biopsy was performed and complemented by histopathological and immunohistochemical studies, confirming the diagnosis of primary small B-cell MALT lymphoma. After treatment with radiotherapy, the patient evolved with remission, maintaining annual follow-up with a specialist physician. The importance of routine screening for pathologies that affect the breasts is highlighted, aiming at their early diagnosis. In addition, radiotherapy has good prognostic results at the expense of surgical treatment.

8.
Salud(i)ciencia (Impresa) ; 24(3): 117-123, sept. 2020. tab.
Article in Portuguese | BINACIS, LILACS | ID: biblio-1146376

ABSTRACT

Objective: To determine the prevalence and to describe the clinical and epidemiological profiles and the birth data of pregnant women with fetuses with microcephaly. Methods: A retrospective cross-sectional study, including all pregnant women with a prenatal ultrasonographic diagnosis of a fetus with microcephaly, attended in the period from October 2015 to July 2017 in the Setor de Medicina Fetal do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP). For the descriptive analysis we calculated measures of central tendency and dispersion if the variables are numerical, and constructed tables of distribution of frequency, if categorical. Results: The profile of pregnant women infected with the Zika virus were young women, educated, without previous abortions, number of prenatal consultations within the recommended quantity, with updated vaccination, and having used folic acid during pregnancy. The Zika virus can include skin rash, fever, itching, body aches or joints, eye pain, and coryza. The mean gestational age of symptomatology was 15.2 weeks. Ultrasonographic features showed ventriculomegaly, small fetus for gestational age, and intracranial calcifications, among other cerebral morphological alterations. The neonates with microcephaly were live normal births, with a mean length of 45.7 cm, a mean head circumference of 29.1 cm, a mean chest circumference of 31.8 cm, and a birth weight of 2828 g. Conclusion: It is important to make an early diagnosis of pregnancy, family planning, search for new epidemiological evidence to guide the investigation of the possible etiological hypotheses determining microcephaly


Objetivo: Determinar a prevalência e descrever o perfil clínico e epidemiológico e dados do parto das gestantes com (y datos del parto de las gestantes con) fetos com microcefalia. Método: Estudo de corte transversal, retrospectivo, incluindo todas as gestantes com diagnóstico ultrassonográfico pré-natal de feto com microcefalia atendidas no período de outubro de 2015 a julho de 2017 no Setor de Medicina Fetal do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP). Para a análise descritiva foram calculadas medidas de tendência central e de dispersão, caso as variáveis forem numéricas, e construídas tabelas de distribuição de frequência, se categóricas (si las variables fuesen numéricas, y realizadas tablas de distribución de la frecuencia, en caso de que fuesen categóricas). Resultados: O perfil das gestantes infectadas pelo vírus Zika foram mulheres jovens, educadas, sem abortos prévios, número de consultas pré-natais dentro do recomendado, com vacinação atualizada e uso de ácido fólico durante a gestação. O vírus Zika pode ocorrer com erupção cutânea, febre, prurido, dores no corpo ou articulações, dor nos olhos e coriza (El virus Zika puede manifestarse con sarpullido, fiebre, picazón, dolor corporal o articular, dolor ocular y coriza) . A idade gestacional média da sintomatologia foi de 15.2 semanas. As características ultrassonográficas mostraram ventriculomegalia, feto pequeno para a idade gestacional e calcificações intracranianas, entre outras alterações morfológicas cerebrais. Os neonatos com microcefalia foram nascidos vivos, parto normal, comprimento médio de 45.7 cm (largo promedio 45.7 cm), circunferência da cabeça média de 29.1 cm, circunferência torácica média de 31.8 cm e peso ao nascer de 2828 g. Conclusão: É importante o diagnóstico precoce da gestação, o planejamento familiar, a busca de novas evidências epidemiológicas para orientar a investigação das possíveis hipóteses etiológicas determinantes da microcefalia.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Arboviruses , Prenatal Diagnosis , Pregnant Women , Zika Virus , Microcephaly
10.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 20(2): 451-458, Apr.-June 2020. tab, graf
Article in English | SES-SP, LILACS | ID: biblio-1136435

ABSTRACT

Abstract Objectives: to evaluate the effects of nifedipine with tocolysis under maternal and fetal parameters. Methods: a cohort study with 40 pregnant women admitted at a high-risk pregnancy ward to inhibit premature labor between September/2010 to May/2012. Nifedipine was used as a 20mg sublingual attack dose and maintained 20mg every six and eight hours orally. The variables of the analysis were fetal heart rate (FHR), maternal heart rate (MHR), systolic blood pressure (SBP) and diastolic blood pressure (DBP), and amniotic fluid index (AFI). All the variables were evaluated prior to administrating nifedipine and approximately after 6 hours and every 24 hours, until hospital discharge. Results: there were no modification of the FHR (p=0.48) and the SBP (p=0.29). The MHR increased after 24 hours, but with no statistical difference (p=0.08), returning to similar levels as at admission within 48 hours. The DBP decreased at 6 (p=0.04) to 72 hours, being stable afterwards. The AFI decreased significantly at 24, 48 and 72 hours. Conclusions: the use of high doses of nifedipine with tocolysis causes a decrease of the maternal's diastolic blood pressure and consequently decreases the amniotic fluid index, but probably without any clinical repercussions.


Resumo Objetivos: avaliar os efeitos da nifedipina utilizada na tocólise sobre os parâmetros maternos e fetais. Métodos: estudo de coorte incluindo 40 gestantes admitidas na enfermaria de alto risco para inibição do trabalho de parto prematuro entre setembro/2010 a maio/2012. Utilizou-se a nifedipina sublingual na dose de ataque de 20mg e uma manutenção de 20mg por via oral a cada seis e oito horas. As variáveis avaliadas foram os batimentos cardio-fetais (BCF), frequência cardíaca materna (FCM), pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD) e índice de líquido amniótico (ILA). Todas as variáveis foram avaliadas antes da administração da nifedipina e aproximadamente após 6h e cada 24h até alta hospitalar. Resultados: não houve modificação dos BCF (p=0,48) e da PAS (p=0,29). A FCM aumentou após 24h, mas sem significância estatística (p=0,08) retornando a níveis similares ao da admissão com 48h. A PAD diminuiua partir de 6h (p = 0,04)até 72h, mantendo-se constante. O ILA diminuiu significativamente em 24h, 48h e 72h. Conclusão: a utilização de altas doses de nifedipina para tocóliseocasio na diminuição dos níveis pressóricos diastólicos maternos e consequentemente diminuição do ILA, mas provavelmente sem repercussões clínicas.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Nifedipine/administration & dosage , Tocolysis/methods , Ultrasonography, Prenatal , Amniotic Fluid/diagnostic imaging , Obstetric Labor, Premature , Cohort Studies , Pregnancy, High-Risk
11.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 19(3): 641-649, Jul.-Sept. 2019. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1041084

ABSTRACT

Abstract Objectives: to determine the incidence of the main high oncogenic risk types of the human papillomavirus (HPV) ( 16, 18, 31 and 33) and the risk factors for cervical adenocarcinoma. Methods: a case-control study was carried out with 324 women (69 with adenocarcinoma and 260 healthy controls) between 2001 and 2014. Information on risk factors associated with adenocarcinomawere collected and the detection performed on HPVby using Polymerase Chain Reaction (PCR) method. Results: adenocarcinoma was associated with age ≥40 years old (OR=2.95; 95%CI=1.13-7.71), ≤3 years of schooling (OR=2.34; 95%CI=1.02-5.37), presence of HPV (OR=6.75; 95%CI=2.41-18.91),women in menopausal status (OR=4.76; 95%CI:1.70-13.31) black race (OR=6.71; 95%CI= 2.11-21.32) and never had undergone cervical cancer screening (OR=9.92; 95%CI:2.41-40.81). Andamong the HPV types detected, HPV 18 was observed to be strongly associated with adenocarcinoma of the cervix (OR=99.1; 95%CI=12.96-757.78). Conclusions: the factors associated with cervical adenocarcinoma were ≥40 years old, ≤3 years of schooling, black race, menopausal status, never had undergone cervical cancer screening and the presence of HPV.


Resumo Objetivos: determinar a incidência dos principais Papilomavirus Humano (HPV) de alto risco oncogênico (16, 18, 31 e 33) e os fatores associados ao adenocarcinoma do colo uterino. Métodos: realizado estudo de caso-controle com 324 mulheres (69 com adenocarcinoma e 260 controles saudáveis), de 2001 a 2014. Foram colhidas informações sobre fatores de risco associados ao adenocarcinoma e realizada a detecção do HPV pelo método da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR). Resultados: o adenocarcinoma foi associado à idade >40 anos (OR=2,95; IC95%=1,13 - 7,71), escolaridade <3 anos (OR=2,34; IC95%=1,02 - 5,37), presença do HPV (OR=6,75; IC95%=2,41 - 18,91), mulher no estado menopausal (OR=4,76; IC 95%=1,70 - 13,31), raça negra (OR=6,71; IC95%=2,11 - 21,32) e nunca ter feito o exame de prevenção de Papanicolau (OR=9,92; IC95%=2,41 - 40,81). Entre os tipos de HPV encontrados observou-se que HPV 18 teve forte associação (OR=99,1; IC95%=12,96 - 757,78) com o adenocarcinoma de colo uterino. Conclusões: os fatores associados ao adenocarcinoma de colo uterino foram idade >40 anos, escolaridade <3 anos, raça negra, estado menopausal, nunca ter realizado o Papanicolau e presença do HPV.


Subject(s)
Humans , Female , Adult , Papillomaviridae/genetics , Adenocarcinoma/epidemiology , Uterine Cervical Neoplasms/epidemiology , Papillomaviridae/classification , Brazil , Case-Control Studies , Polymerase Chain Reaction , Incidence , Risk Factors
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